terça-feira, 25 de novembro de 2008

saríola - o projeto de uma vida

O Brasil ainda tem um alto índice de natalidade. As mulheres que já atingiram a idade propícia para fornicar, ainda não conseguem assimilar bem que existe uma diferença gritante entre constituir família e formar quadrilha.
Aonde eu quero chegar com isto? Um dos enormes entraves da Nação está na nossa indústria de base: a que fabrica gente. Estas inconseqüentes começam a despejar ninhadas no mundo bem cedo, de forma que aos 35 anos elas já tenham atingido a impressionante marca média de 12 filhos.
Se fosse um problema meramente quantitativo, soluções viáveis para dar cabo à questão seriam encontradas. Mas o problema consiste no fato de que essas mães não fazem ao menos um tipo de seleção. Ou seja, não melhoram o produto, elas mandam tudo de volta para o mercado com os mesmos defeitos de fabricação.
Mas eu tenho um sonho. O sonho de criar em laboratório um vírus esterilizador altamente contagioso com a minha grife. Uma linda moléstia que se manifeste através de uma borbulhagem, borbulhagem esta que formaria nas testas das pacientes, a frase: "A Saríola me deixou estéril".
Tenho o sonho de ver, periferias à fora, as bisnetas dos antigos escravos, juntamente com as bisnetas dos antigos esclavagistas, todas com as testas borbulhentas, sentadas à mesa da fraternidade exclamando: "Olha que filha da puta! Esta Sarah do caralho!".
Eu tenho um sonho. Infelizmente, enquanto eu arquiteto prejetos científicos sérios, que colocariam o nosso país para frente, estes cientistas andam idiotamente entretidos a tentar descobrir vacinas e outras merdas que não interessam.

4 comentários:

Petrus disse...

Heil Führer!?

Wury disse...

Parabéns! Quem sabe assim os cientistas se inspiram pra pensar em algo realmente útil, não?

pendragon disse...

Sabe, estive filosofando algo assim dia desses. Os putos comunistas da China fizeram aquela política de filho único que deu na alta taxa de homens e na queda no número de mulheres naquele sistema fracassado deles. Aí pensei: por que não fazer uma política de filhO único no Brasil, com aumento da taxa de mulheres? Regulariza-se o aborto, acaba-se com clínicas clandestinas e diminui os homens, que são os maiores responsáveis pelo crime e pela guerra. Bem, acho que li demais "Y!O último homem"...sei lá, algo tem que ser feito, ou essa sociedade já era...

Mel disse...

tô contigo e não abro.
eu queria jogar uma bomba, mas a sua idéia é muitíssimo mais criativa, mirabolante, e maléfica.
=D